À MUSA
Venha
logo, minha Amada
Invada
o meu coração
A
vida não está com nada
Se
não trago versos nas mãos.
Seu
sussurro me vivifica
Leva-me
à etérea Imensidade
Quando
morta, viverei na escrita
Deixando
rastros na Eternidade.
Sobre
o papel Você fica
Com
seu ar de majestade
E
quando escrevo aflita
Você
se revela em Verdade.
Ó
musa das palavras nunca ditas
No
deserto da escassa emoção
Louvo
os versos por sua boa proferida
Musa
amiga, Inspiração.
Layze
Danyelle
30/10/13,
às 19h48